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28
maio

Alienação Parental – Comissão Direito de Famílias e Sucessões


Alienação Parental

Auto Alienação ou Alienação Auto Infligida

Muito se ouve falar sobre a alienação parental e os malefícios trazidos por essa prática dentro das famílias.
A forma mais difundida de Alienação Parental é quando um dos genitores desqualifica a figura do outro perante o filho comum do ex casal.
No entanto, a Alienação Parental se manifesta das mais diferentes maneiras, uma delas é conhecida como Auto Alienação.
A hipótese da Auto Alienação ou Alienação Auto Infligida, ocorre quando o próprio pai/mãe se desqualifica perante a criança/adolescente, não existindo a figura do outro genitor como alienador.
Aqui Alienador e Alienado se concentram na mesma pessoa.

Num exemplo hipotético e de fácil compreensão, imaginemos quando há ruptura de um relacionamento e o pai se ausenta do lar. Movido pela raiva e desejo de vingança, com intuito de atingir a ex companheira, esse pai começa a se afastar e se isolar cada vez mais da criança, e quando em companhia do filho diz coisas como “sua mãe me deixou por que não sou um bom pai”.

Por vezes, o Auto Alienador sequer se dá conta da prática e, não raro, acaba por acusar o outro genitor ou a família daquele, de estarem interferindo na sua relação com o filho.

Assim como na forma mais comum, a auto alienação pode ter as mais diversas facetas dentro da realidade de cada família, é preciso ter sensibilidade para identifica-las o quanto antes, diminuindo as chances de causar danos à maior vítima presente nesses casos – a criança ou adolescente.

Lembrando que a repulsa pela prática da alienação não é meramente moral, mas também legal, passível inclusive de condenação pela prática, conforme prevê a Lei 12.318/2010.

É imprescindível para que se construa uma sociedade justa e equilibrada, que crianças e adolescentes em desenvolvimento sejam amparados e educados por uma família sadia.

Assim, juntos daremos sentido ao texto constitucional que diz “a família é a base da sociedade”.


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